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Ciranda
Uma família de sete pessoas de idades diferentes dançando uma ciranda em roda larga numa sala grande e ensolarada, com piso de madeira e plantas: avó, mãe, pai, um adolescente com fone no pescoço, uma menina de uns nove anos, um menino de uns sete anos e um bebê de mãos dadas. Todos rindo alto, em movimento, luz dourada de fim de tarde entrando pela janela.

A casa inteira no mesmo passo.

Ciranda junta a agenda de cada um e a da casa, quebra a rotina em passos curtos e avisa na hora certa.

Ver como funciona Conhecer o aplicativo

Para toda família

Cada casa tem o seu arranjo. A roda não exige formato.

Duas pessoas ou doze, com avó, com padrasto, com quem mora junto e com quem mora longe. Ninguém puxa ninguém, e ninguém fica de fora.

Uma mãe e um pai abraçados com os três filhos num sofá gasto, todos rindo muito; o caçula por cima do monte, um adolescente fingindo fugir do abraço mas sorrindo, almofadas fora do lugar.

O abraço que desarruma o sofá

Três irmãos — uma menina de uns quinze anos, um menino de uns nove e uma menina de uns sete — desabando de rir num tapete do quarto, um fazendo cócegas no outro, um bichinho de pelúcia voando.

Rir até cair no tapete

Um pai e a filha de uns nove anos cozinhando juntos numa cozinha pequena, ela com farinha no nariz mexendo uma tigela que ele segura, os dois rindo; ao fundo um irmão adolescente rouba uma fruta da fruteira.

Bagunça boa na cozinha

Um avô no quintal, perto de uma mangueira e um varal, erguendo um bebê encantado em direção a um galho baixo, os dois rindo; uma menina de uns sete anos passa correndo com uma bola.

Quintal, mangueira, fim de tarde

  • Qualquer tamanho

    De duas pessoas a uma casa cheia. Nada aqui supõe um número de filhos.

  • Qualquer formação

    Quem cuida participa, e os rótulos de parentesco são de vocês.

  • Cada um no seu passo

    Adolescente e adulto na mesma tela, sem infantilizar. Criança tem perfil sem precisar de e-mail.

Como funciona

Quatro passos, e o dia começa combinado

  1. Você cria a família

    Um responsável abre a conta e dá um nome à casa.

  2. Convida quem faz parte

    O convite tem prazo e vale só para quem recebeu.

  3. Vocês combinam a rotina

    Atividades com etapas, horário e quem acompanha.

  4. Cada um vê o seu dia

    A de agora e a próxima. Quem terminou não vira placar.

Uma mesa de café da manhã cheia numa casa brasileira: seis pessoas passando pão e servindo café, uma criança em pé na cadeira alcançando a mesa, um adolescente rindo de algo que o irmão disse, uma avó no meio servindo todo mundo.

Bom dia, Bruno

Hoje, terça-feira

Meu dia

Agora · 07:00

Escola

Preparar a mochila

  • Conferir os cadernos
  • Guardar o estojo
  • Pegar a garrafa

Concluir atividade Preciso de ajuda

A seguir

  • 07:30Ir para a escola
  • 14:00Estudar matemática
Exemplo da tela Meu dia. Nomes e horários fictícios.

Um dia na casa

Da primeira caneca até a hora de dormir

O dia não precisa caber na cabeça de ninguém. Ele fica combinado, em passos curtos, e chega na hora certa a quem é daquela vez.

  1. Manhã

    Um passo por vez

    A atividade é uma lista curta, marcada um item por vez. O que trava não costuma ser a tarefa inteira: é saber por onde começar.

  2. Tarde

    Um aviso que não passa batido

    O lembrete avisa e some. O alarme continua chamando até a pessoa parar, adiar ou concluir.

  3. Noite

    Pedir ajuda é botão comum

    “Preciso de ajuda” e “mais tempo” ficam à mão, e o silêncio noturno de cada pessoa é respeitado.

  • A antecedência e o som são escolhidos por pessoa e por atividade.
  • Concluir em nome de outra pessoa exige permissão, e o registro guarda quem fez.
  • O alarme toca no próprio aparelho, sem depender da internet naquele instante.
Um adolescente esparramado no sofá com o celular na mão, sorrindo para a tela, enquanto um irmão mais novo espia por cima do ombro e um adulto lê um livro relaxado na outra ponta do sofá.

No aparelho

O celular fica com quem usa

Duas coisas acontecem no próprio aparelho, e existem pelo mesmo motivo: para o celular continuar na mão de quem usa, em vez de ser recolhido.

  • Ajuda sem desbloquear a tela

    A própria criança aciona o socorro e avisa quem é responsável por ela. O aparelho fica mudo por fora, e ela vê que está ativo — e encerra quando quiser.

  • Horas de celular livre por semana

    A família combina quantas horas o celular fica livre. Sem saldo fica o essencial, e o aparelho continua com a criança, com a rotina, o alarme e o socorro.

O socorro e o tempo de tela em detalhe

No computador o sistema abre no navegador, com a agenda da semana e o quadro da família. No celular, é o aplicativo Android que faz o alarme tocar na hora certa. Onde cada coisa roda

Privacidade e respeito

O que a família combina fica na família

  • Uma família não enxerga a outra

    A separação está no banco desde a primeira versão, não é ajuste de tela.

  • Localização só com autorização

    O estado fica visível no aparelho, com pausa e revogação. Ninguém acompanha um adulto às escondidas.

  • Conversa e documento são da pessoa

    Ser administrador da família não dá acesso à conversa, ao documento nem à localização de um adulto.

  • Sem placar e sem constrangimento

    Não existe ranking entre filhos, pontuação pública nem mural de atraso.

Dois pais saindo de casa com os dois filhos: um se abaixa para amarrar o sapato do menor, o outro segura a mão do mais velho.

Escuta de segurança da criança, sempre avisada

Por segurança, quem é responsável designado por uma criança liga à distância o microfone do aparelho dela e ouve ao vivo, sem que a criança precise aceitar. O aviso aparece no aparelho dela enquanto durar, e não se esconde. Cada escuta dura no máximo cinco minutos, nada é gravado, e a criança vê quem ouviu e quando. Não vale para adolescente nem para adulto.

Isto é o que o aplicativo faz. Não é selo, não é certificação e não é promessa de auditoria.

O nome

Por que Ciranda?

Uma ciranda é uma roda: todo mundo de mãos dadas, cada um no seu passo, ninguém de fora.

Ciranda é a roda em que todo mundo se dá as mãos e anda no mesmo ritmo.

Ninguém puxa ninguém, ninguém fica de fora, e a roda funciona com três pessoas ou com doze.

É isso que este aplicativo tenta ser: um jeito de a família se organizar junto — cada um com o seu passo, todos na mesma roda.

Perguntas rápidas

O que costumam perguntar

Serve para a minha família?

Serve: qualquer quantidade de pessoas, sem exigir pai e mãe, casal ou vínculo biológico. Uma criança pode ter perfil sem e-mail próprio.

É alarme de verdade, ou só notificação?

Alarme: continua chamando até a pessoa parar, adiar ou concluir, com antecedência e som configuráveis. Quem toca é o aparelho, sem depender da internet.

Precisa informar diagnóstico?

Não. Não existe cadastro de diagnóstico, prontuário nem registro clínico. As preferências são de cada pessoa: o que ajuda uma não é o que ajuda a outra.

Mostra quem fez mais tarefas?

Não. Sem ranking, sem pontuação, sem sequência de dias e sem comparação entre membros. O contador do quadro é do dia e some quando o dia vira.

Precisa instalar alguma coisa?

No computador não: abre no navegador. No celular o aplicativo fica instalado, porque é o aparelho que toca o alarme na hora combinada, mesmo com ele fechado.

Tem gente que precisa de mais previsibilidade, e de um aviso que insista com calma. Aqui também é casa dessa gente. Rotina com previsibilidade

Uma família grande e alguns vizinhos dançando uma ciranda descalços na grama do quintal ao entardecer, mãos dadas numa roda larga, um cachorro pequeno correndo pelo meio, todos rindo, vistos um pouco de cima.

Sua família, no mesmo ritmo.

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