Tempo de tela
Horas de celular livre por semana, e o essencial nunca fecha
Quando o tempo de tela precisa ter limite, a saída costuma ser tomar o aparelho — e junto vão o alarme, a rotina e o pedido de ajuda. Aqui funciona diferente: a família define quantas horas por semana o celular fica livre. Enquanto há saldo, tudo funciona. Quando acaba, fica o essencial, e o celular continua com a criança.
- A família escolhe, pessoa a pessoa: uma janela marcada — sábado das 15h às 18h, por exemplo — que abre e fecha sozinha, ou um saldo de horas que a própria criança gasta quando quiser.
- Sem saldo continuam funcionando o Ciranda, o telefone, a emergência, o botão de socorro, o chat de inteligência artificial, os aplicativos da escola e a pesquisa.
- O saldo fica visível para ela o tempo todo, e o aviso chega aos 15 e aos 5 minutos — ninguém é cortado no meio de uma partida. Quem é responsável libera mais tempo na hora.
- O responsável vê o domínio visitado, o horário e quanto tempo — não a página, não o que foi pesquisado, não a conversa.
Para o aparelho cumprir a cota sozinho e não poder ser desinstalado, ele é configurado como aparelho gerenciado, o que exige reconfigurá-lo do zero antes. Sem isso o aplicativo continua contando e bloqueando, mas a criança consegue desativá-lo — e, quando faz isso, quem é responsável recebe o aviso na hora. A lista de aparelhos diz em qual dos dois modos cada um está, e o que aquilo significa.